Eles estão queimando novamente.
Em partes de França, Espanha e até mesmo em Cairngorms, na Escócia, a paisagem está a ficar negra. Mais de 300.000 evacuações. Esse é o preço humano. Desta vez não é apenas fumaça; é deslocamento, pânico e uma onda de calor que se recusa a quebrar.
O príncipe William não mediu palavras. Escrevendo no X, ele chamou a situação de “um forte lembrete dos desafios colocados por um clima que está se tornando cada vez mais extremo”.
A sua mensagem não foi apenas de simpatia pelas regiões afetadas. Foi um reconhecimento direto do bombeiro. Os serviços de emergência. Os voluntários trabalhando em condições que quebrariam qualquer um.
“Estes acontecimentos são um lembrete claro da crise climática”, afirmou o Príncipe, enfatizando que devemos proteger as pessoas e a natureza.
E ele está certo em apontar o dedo para o céu.
As alterações climáticas já não são um problema futuro. Está aqui. A Europa está a aquecer duas vezes mais rapidamente do que a média global. O serviço climático Copernicus possui dados sobre isso. Eles o chamam de continente com aquecimento mais rápido do planeta.
Como é isso?
Ondas de calor que duram mais. Abastecimentos de água que secam. E incêndios florestais que não apenas queimam; eles rasgam.
A França enfrenta a pior temporada de incêndios em duas décadas. Madrid diz que a sua região nunca viu nada parecido. No Reino Unido, um grande incidente foi declarado devido a um incêndio florestal em Cairngorms. Incêndios menores ocorreram em outras partes do país.
Por que isso está acontecendo agora? Por que tão quente?
A resposta é simples, embora não faça você se sentir melhor com as cinzas que cobrem seu carro. As emissões de carbono estão retendo o calor. O ar está mais seco. O solo é frágil. Quando um raio cai ou uma faísca voa de uma estrada, tudo sobe.
Estamos vendo um continente assar.
Existe um caminho de volta? As palavras do Príncipe sugerem que o caminho é estreito. Proteja a natureza e você protegerá as pessoas. Mas o relógio está correndo mais alto a cada julho que passa.
Os incêndios continuam.


























